segunda-feira, 16 de março de 2009

Ariella, ou: "porque eu esperava ansiosamente as quintas-feiras na Band"*

* A segunda parte do título é uma referência à sessão "Made in Brazil", que passava na Bandeirantes todas as quintas à noite.

Ariella, dirigido por John Hebert (que, como diretor, sempre foi um bom ator...), não é um filme muito conhecido, mesmo por cinéfilos experientes. No entanto, foi um dos filmes que mais me marcou, por um "pequeno detalhe": Nicole Puzzi. Nunca, nunca mesmo, a ex-ficante de Manfried Sant'anna esteve tão resplandecente bonita, com aparência inocente e, ao mesmo tempo, erótica. Aliás, manter a inocência deve ter sido uma tarefa que colocou à prova todo o talento de Puzzi para interpretar, uma vez que o filme é um desfile de perversões das mais variadas.

De acordo com o novo pai-dos-burros, "o filme conta as descobertas de uma garota sobre a sua sexualidade e verdadeira identidade. Ariella é criada, sem saber, pela família responsável pela morte de seus pais verdadeiros. Nesse meio ela vive, destratada por alguns e assediada por outros. Sua única fuga dessa realidade é o sentimento que nutre pela noiva do irmão, interpretada por Christiane Torloni. O filme é baseado no livro 'A Paranóica', de Cassandra Rios. No livro, o amor lésbico de Ariella é tratado de maneira magistral pela polêmica autora." (não sei quem diabos escreveu essa sinopse mas, a se julgar pelo final, foi um dos nossos).

Meus caros, esse filme é muito, muito bom! E esqueçam os detalhes técnicos (a fotografia de Antônio Meliande, que John Hebert alega ter copiado de David Hamilton - será que ele sabia que o controverso fotógrafo é um quase-pedófilo? Eu só descobri isso dando uma Googleada básica; a trilha sonora de Hector Costita; o enredo, que é o livro, mais enxuto). Quem fala que gostou desse filme, é porque gostou de ver a Nicole Puzzi e a Cristiane Torloni. Não adianta vir com biro-biro, como dizia o Vicente Matheus: o que o filme tem de melhor são as cenas de sexo, com duas atrizes lindas e inspiradas. O resto é desculpa para posar de Porn Nouveau.

domingo, 15 de março de 2009

Rio Babilônia - Símbolo de uma geração

Recentemente descobri que mesmo em plena era da internet, as pornochanchadas ainda fazem parte da iniciação sexual de vários adolescentes Brasil afora, mesmo com a vasta gama de filmes e fotos online, para todos os gostos e para todas a taras possíveis...

Assim, resolvi tirar minhas velhas fitas VHS do fundo do baú e revisitar diversos filmes que povoaram a imaginação de milhares de garotos que hoje devem estar na casa dos trinta e poucos anos para cima. Quem nessa idade, não ficava horas esperando as sessões da madrugada, à espera de um peitinho, um nú frontal ou até mesmo de uma cena softcore? Isso já era o máximo! Era o tema preferido da molecada na escola no dia seguinte.

Uma dessas fitas me chamou a atenção em especial, nada mais nada menos do que "Rio Babilônia" do controvertido diretor Neville D'Almeida, que também foi responsável por clássicos como as versões cinematográficas de "Os Sete Gatinhos" e "Dama do Lotação". Rio Babilônia merece uma atenção especial, pois iria definir uma série de comportamentos, padrões e estereótipos do imaginário coletivo de uma geração inteira.

O enredo é bastante interessante (bem como atual), onde se encontram as histórias de "Marciano" (Joel Barcellos) - um funcionário de uma agência de turismo, que na verdade não passa de um biscateiro, escroque - uma versão anos 80 do malandro carioca, com a da intrépida jornalista Vera (Christiane Torloni) que investiga as atividades criminosas do Dr. Liberato (Mr. Gold) este interpretado por Jardel Filho em sua última aparição no cinema.

O que acabou ficando para a posteridade, foram (para variar) as cenas de putaria e a linguagem chula tão características dos filmes de Neville, que na minha opinião foi o grande contribuidor para a adoção deste “padrão”do cinema brasileiro. São inesquecíveis cenas como a do trenzinho formado nada mais nada menos pelo Cláudio Mamberti e o Jardel Filho de ceroulas, puxado pela Norma Bengell (cafetina de luxo) entoando o canto: “Empurra, empurra, empurra a carrocinha, empurra minha gente que a pipoca tá quentinha.”

Eu, que nessa altura (primeiros vestígios da puberdade) já estava com a mão na massa, tive um súbito ataque de risos em plena madrugada, que custou-me tempo para retomar de onde eu havia parado... Porém, nada que não fosse consertado ao ver a (divina) Christiane Torloni sendo engatada... Aliás, que sujeito iluminado esse Joel Barcellos! O cara teve a natureza e a genética em seu desfavor – feio como um jaburu, assemelhava-se ao Gyodai. Mesmo assim conseguiu estabelecer-se como um ator cult, inclusive no cinema italiano e francês, bem como traçou em cena mulheres maravilhosas, como a própria Torloni e comprovadamente a Denise Dumont que era um “pitéu”: Branquinha, delicada, mocinha de novela das 6hs... Aquela cena clássica do “ménage à trois”, o que foi aquilo, meu Deus??? No dia em que vi aquilo, senti um misto de sensações espalhadas nos meus parcos dez anos de existência. Se por um lado levantei as mãos para o céu, agradecendo pela existência da pornografia, por outro não posso negar que me traumatizou em ver a Denise Dumont (ex-mulher do ator Cláudio Marzo), que sempre fizera papéis de mocinhas puras e imaculadas nas novelas da Globo, sendo penetrada (literalmente) por trás pelo Barcellos, enquanto simulava felação no Pedrinho Aguinaga (galãzinho das pornochanchadas na época, havia sido eleito “O homem mais bonito do Brasil”no programa do Flávio Cavalcantti). Acho que muitos tiveram reações semelhantes ao verem a performance da Lucélia Santos em “Bonitinha,mas ordinária”. A cena, não resta dúvida, foi levada ao extremo. Foi real. Segundo o próprio Diretor Neville, a cena foi gravada de uma (hahaha) tacada só. O gaiato do Barcellos ficou tão excitado que não resistiu aos encantos da retaguarda rósea da Denise e mandou ver!!! Em dado momento, seu membro enrijecido escapa e passa direto por entre as nádegas da atriz, ficando visível no take... O diretor, impressionado (e extasiado) com o realismo deixou a cena intacta, para delírio dos pornógrafos de plantão. A intensidade foi tamanha, que eu por alguns momentos pensei que iria sobrar inclusive para o cão dinamarquês que era o único espectador da ação... Não sei se é mera impressão minha, mas acredito até hoje que o cachorro estava excitado quando os três deixaram a piscina ao fim da cena.

Infelizmente a bela Denise desapareceu do circuito nacional ao casar-se com um escritor/roteirista americano e ficou mais conhecida por ser “a esposa do bisneto de Charles Darwin” ou por ser filha do “inventor do Baião” Humberto Teixeira... Mas para milhares de putanheiros como eu, só a “cena da piscina” valeu toda a sua existência, devia até virar nome de troféu no meu entender.

"Tosco", "trash", "apelativo": eram estes os adjetivos que eram ouvidos por parte da crítica especializada. O fato é que o filme chocou. Quebrou tabus. Mostrou a realidade nua e crua de uma sociedade em franca decadência. Tudo o que foi mostrado em "Rio Babilônia" é encontrado em proporções absurdamente maiores no Rio de Janeiro atual. Para quem nunca viu, fica a dica. Para quem conhece, vale a pena dar uma nova conferida...

sábado, 14 de março de 2009

Análise inicial - Vídeo pornô da Maíra

Bom, o primeiro comentário que faço é, justamente, o mais recente: o vídeo que vazou na Internet da Maíra, do BBB, fazendo oral no seu ex-marido, o jogador Marcelo de Faria.

Não vamos, aqui, discutir o direito à privacidade ou algo do tipo, mas nos ateremos ao conteúdo. Maíra declarou, recentemente, que espera que o vídeo caia no esquecimento. E deve cair mesmo. É péssimo! Tem apenas uma cena de sexo oral bem convencional, nada que vocês não tenham visto milhares de vezes. E, se a intenção era ver a Maíra nua ou coisa parecida, danou-se. Só aparecem o rosto dela e as mãos, durante 1 curto minuto. As fotos normais dela em sites de celebridades são muito mais ousadas do que aparece no vídeo. E, ademais, ela já fez o ensaio para o Paparazzo, o que nos leva a crer que a Playboy da Maíra não está muito longe.

Agora, se tua intenção é ver o membro do Marcelo, fique à vontade...

Post inicial

Qual é a proposta deste blog?

Em resumo, caro internauta seguidor(a) de Onã, iremos filtrar e comentar o que há de melhor e pior no imenso conteúdo erótico e pornográfico mundial. Seremos uma espécie de guia para que você gaste bem seu tempo e evite desperdiçar músculos com o que não presta.

Não publicaremos, no entanto, imagens ou vídeos pornográficos de qualquer espécie, pois nossa proposta não é essa. Também não faremos propagandas de distribuidoras comerciais, uma vez que isso é proibido pelo Blogger. Assim, ninguém está levando nada para elogiar ou criticar A ou B.

Seja bem-vindo e, como diria o Dr. Mãozol, limpe as mãos antes de nos cumprimentar!